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Infanto – Escravidão.
19:02:47 28/01/2012
E disse esta à sua senhora: Se o General pudesse visitar um homem de Deus que vive em Samaria, em Israel então ele o curaria da lepra. (Bíblia Sagrada) II Reis 5: 3. ...

   



I n f a n t o - e s c r a v i d ã o.

  

       

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Eu sempre admirei e torci pela evolução da humanidade, sempre fui muito pobre, nunca tive acesso à evolução, ou ao modernismo de um modo geral. Porém, sempre fiquei feliz vendo o bem-estar dos outros. Muito especialmente sou feliz por ter nascido neste território que se chama Brasil e, por fazer parte da nação brasileira, pois o Brasil é simplesmente o melhor pedaço de terra do Globo e, a nação brasileira é formada de gente da melhor qualidade. No entanto à humanidade de um modo quase que geral às vezes nos dá à impressão que quanto mais cresce mais regride. A nossa população de um modo quase que em geral, desde a infância, parece que quanto melhor tratada pior fica.

Eu mesmo nasci e fui criado numa família muito pobre, aliás, pobre de tudo, não sei como meus irmãos e eu, conseguimos sobreviver, com uma alimentação da pior qualidade, isso é quando tinha alguma coisa para comer. Durante o inverno dormíamos amontoados uns sobre os outros numa tentativa de nos aquecermos, sem saber o que é um beijo de pai ou de mãe até à vida adulta. No entanto hoje já existe uma preocupação tão exagerada com à infância, que chega á ser ridículo. À nossa juventude, por exemplo, até aos dezessete anos, onze meses e, vinte e nove dias, têm liberdade para fazer tudo, pode roubar matar, estuprar, traficar, usar drogas á vontade, não precisa respeitar ninguém. Até essa idade à nossa juventude só é proibida de fazer uma simples coisa, é proibida de trabalhar. E ai, com tanto tempo sobrando, sobra tempo para tudo, aliás, tudo o que é porcaria.

Quando eu vi a reportagem sobre a tal pulseirinha do sexo fiquei realmente maravilhado, com a capacidade da menina entrevistada de responder tantas besteiras ao mesmo tempo. Por outro lado tenho certeza que se o repórter perguntasse àquela moça, como se lava uma calcinha suja, talvez ela não soubesse responder com tanta facilidade, aliás, pelas leis brasileiras ela é proibida de saber lavar uma calcinha. Porém nem sempre foi assim na história da humanidade. Nós já tivemos a oportunidade e o prazer de conhecer crianças e adolescentes que deixaram verdadeiras marcas na história e, logo a seguir você tem uma oportunidade de ver uma dessas marcas.

  Um raio de luz penetrou-lhes o coração, enquanto as palavras de Jesus lhes penetravam os ouvidos, e um rubor foi o  reconhecimento de seu orgulho. Perto do Senhor havia uma bela criança - um menininho de olhos brilhantes, de quatro ou cinco anos, com os cabelos dourados caindo em cachos pelos ombros. Era o símbolo de tudo o  que é belo e inocente. Jesus chamou o menino, e imprimindo-lhe um beijo na testa, colocou-o diante dos discípulos. Então, no doce tom de sua voz celeste, advertiu-os: "Em  verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus" (Bíblia Sagrada) Mat. 18: 3.

Segundo a tradição, aquele menino era Inácio! O garotinho abraçado por Cristo, e posto em sua inocência como modelo de

 

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tudo o que é verdadeiramente grande, seria, nos anos vindou­ros, o bispo de Antioquia, que foi devorado por bestas feras no Coliseu.

Na verdade, nada se sabe da infância e juventude de Inácio. Ele aparece nas páginas da história já como o bispo de Antioquia, que nessa ocasião era uma das maiores cidades de Roma. A circunstância acima descrita, embora mencionada por alguns escritores antigos não possui confirmação histórica além da tradição. Não a tomamos como certa, mas a apresentamos como uma introdução interessante aos Atos desse grande mártir, que são, indubitavelmente, genuínos. Livro: Os Mártires do Colizeu, página (25) vinte e cinco com: 

A. J. O'Reilly.

 

Mesmo porque a criança, o adolescente é nada mais nada menos que o reflexo da sociedade adulta de um modo geral. Quando a criança tem a oportunidade de nascer no seio de uma comunidade responsável, o seu desenvolvemento, o seu crescimento tembém tende á ser o mínimo responsável. Porém apesar de sermos uma nação, um povo de um grande valor, temos à infelicidade de sermos governados por uma casta de políticos, uma casta de autoridades da maior incopetencia, eu costumo dizer que o Brasil é um paraízo porém nele falta jardineiro.

E ai é como você já sabe, se falta jardineiro quem acaba sofrendo são as flores. De um modo geral nós aprendemos á tratar as nossas crianças como crianças e normalmente acabamos nos esquecendo que elas crescem e ficam adultas. E muitas vezes não nos damos conta do valor de uma criança quando bem tratada e responsabilizada por seus atos, muito especialmente em relação ao fator conhecido como religioso, à fé, o temor a Deus ao seu Criador. Todavia olhando para a próxima mensagem você terá a oportunidade de ver algo bem diferente de tudo aquilo que você está acostumado a ver.

O menino, levantando a cabeça, fez mais um apelo; suas palavras foram acompanhadas pela eloquência poderosa das lágrimas. Com todo o sentimento de seu coração amoroso, pediu ao pai: — Oh, pai! Crê no Senhor Jesus Cristo e, serás salvo. Aqueles deuses a quem serves não possuem vida; não podem salvar-te. Eu te direi o que eles são, pai. São espíritos que queima­rão na fogueira que nunca se extinguirá. Como podes ser tão louco de adorar um pedaço de madeira colorida, ou uma estátua de mármore que não pode se mexer? Se ela cai, se quebra, e não pode se levantar. Eles são tão sem vida quanto o pó que pisamos, tão silenciosos quanto as pedras no leito do rio. Os répteis venenosos que rastejam na face da terra são mais poderosos que os teus ídolos, pois podem tirar-te a vida. Meu pai, como podem estas coisas inconscientes ter poder contra o grande Deus que criou todas as coisas, que estendeu os Céus em toda a sua glória, vestiu a terra com toda a sua beleza, que é o único poderoso, e que calca sob o pé a cabeça do dragão e do leão? No momento seguinte, Polito estava fechado nos braços do pai convertido, cujas lágrimas pingavam no chão lágrimas de arrependimento.

       

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Livro: Os Mártires do Colizeu, página (25) vinte e cinco com:  A. J. O'Reilly.

      

        Lá na cidade de Roma há (2000) dois mil anos atrás, era proibido crer em Jesus Cristo, mas no mundo de hoje não. Hoje, nós estamos nas ruas, nos becos e valadas levando o Evangelho de Cristo á todos os pobres de espírito que queiram nos ouvir, só falta o mínimo de boa vontade para crer e aceitar á Cristo como Salvador. E não se surpreenda você adulto se de repente uma criança inventar de lhe dar uma lição de fé, ou ao contrário, um tiro no meio da cara! Pois as nossas crianças são, o reflexo da sociedade em que vivemos. Numa Roma de (2000) dois mil anos atrás, a mulher era apenas um objeto, não se podia chamar uma mulher romana da época de escrava.

A mulher era comprada, trocada, vendida, batida, morta jogada no rio assim como se jogava um gato morto, ou coisa parecida. Lá pelo ano (70) setenta da era cristã se podia comprar uma linda mulher trazida da Palestina como cativa, por apenas (2) dois reais. Não podemos nos esquecer que isso não era uma regra de Roma e de nenhum País do mundo da época, aliás, isso era uma regra da humanidade da época. Num Israel do passado, não se podia considerar a mulher como sendo uma escrava, mas socialmente a mulher não tinha muito valor, ela normalmente não se destacava na sociedade, vivia mais debaixo dos pés do marido e dos filhos do que no lugar que lhe era conferido como sendo à Rainha do lar.

Na verdade nascer menina naquele mundo e naquela época, eu acredito que não era nenhum grande privilégio. Por outro lado o Deus que fundou o Universo, que criou os Céus, a terra e todas as maravilhas que você conhece, impõe à sua vontade quando bem Lhe convier. Mesmo aquelas coisas que para o ser humano podem parecer mínimas, para Ele terão o maior valor. Eu tenho um amigo, o Dr. Izonir Murara, psicólogo, teólogo um grande homem de Deus que costuma dizer o seguinte: O Senhor nosso Deus não perde para ninguém, tudo o que Ele tem planejado há seu tempo se realizará.

E num Israel do passado lá pelo ano (895) oitocentos e noventa e cinco antes de Cristo, num confronto com o exército da Síria, as forças de Israel levaram à pior e os sírios como de costume levando a melhor foram levando tudo o que encontravam pela frente, desde ouro até seres humanos em condições de trabalhar, produzir, em fim dar algum lucro. O exército da Síria era bem preparado, pois tinha no comando um homem de grande valor militar e, onde aquele exército passava deixava só um rastro de destruição.  No final daquele confronto entre tudo que os sírios levaram, foi uma menina, uma adolescente, que em Israel, em casa de seus pais deveria não ser grande coisa, eu acredito que ela seria apenas mais uma escrava, alguém que vivia limpando o chão muitas vezes com a própria boca.

Sendo levada pelas forças sírias foi entregue para a esposa do General, para ser mais uma escrava da casa, mais uma para andar debaixo dos pés daquela gente. Porém aquela menina agora longe da sua casa, longe de sua mãe, longe de seu País longe de sua gente. Olhando nós, pelo lado real das coisas poderíamos dizer que a vidinha daquela menina havia acabado mesmo antes de começar. A maioria da humanidade olha para o espaço e enxerga o próprio estômago por dentro, pois é o que conta para maioria, pensando sempre em

       

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alguma migalha para comer, para vestir acabamos nos esquecendo de tudo o mais que acontece à nossa volta. Todavia a menina em questão vivendo ainda no seu País, junto com os seus, descobriu algo superior a todas essas coisas, ela descobriu que em Israel havia um Profeta, um homem de Deus capaz de fazer milagres se isso fosse necessário. Porém havia algo de misterioso em relação àquele homem, o general, ele não aparecia não se via o general. Também ninguém ligava muito para isso, mas tinha uma menina que diante de seus olhos nada passava despercebido. Foi quando, numa daquelas idas e vindas da senhora, a esposa do general, a menina perguntou, de onde a senhora vem e, ela bem desolada respondeu, o general o seu senhor é um grande homem de guerra, porém ele é leproso e, vive recluso naquela casa retirada.

Meu caro leitor se você estivesse no lugar daquela menina, qual seria à sua resposta, você teria alguma resposta? Eu sinceramente, no lugar daquela menina iria querer mais é que o general se danasse com toda a sua família. Mas no jovem peito daquela menina batia um coração que apesar de magoado por tanto sofrimento, ainda tinha algo muito especial, tinha à graça do Deus de Israel! No mundo de hoje nós conhecemos uma grande multidão correndo em busca de uma benção de Deus, porém, dificilmente vemos alguém indo em busca do Deus da benção.

Aquela menina havia perdido tudo, inclusive o próprio País, se assim podemos dizer o Israel de Deus, mas dentro de seu jovem coração ainda se movia o Espírito do Deus de Israel. E mediante o relato de sua senhora veja à sua resposta! ― E disse esta à sua senhora: Se o General pudesse visitar um homem de Deus que vive em Samaria, em Israel então ele o curaria da lepra. (Bíblia Sagrada) II Reis 5: 3. Na continuação você tem um relato Bíblico completo da história do General Naamã, sua doença, sua peregrinação e sua cura através da graça de Deus.

 

1  E Naamã, chefe do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor e de muito respeito; porque por ele o SENHOR dera livramento aos siros; e era este varão homem valoroso, porém leproso.

2  E saíram tropas da Síria e, da terra de Israel levaram presa uma menina, que ficou ao serviço da mulher de Naamã.

3  E disse esta à sua senhora: Tomara que o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra.

4  Então, Naamã foi e conversou com o seu senhor, o Rei, dizendo: Assim e assim falou a menina que é da terra de Israel.

5  Então, disse o rei da Síria: Vai, anda, e enviarei uma carta ao rei de Israel. E foi e tomou na sua mão dez talentos de prata, e seis mil siclos de ouro, e dez mudas de vestes.

6  E levou a carta ao rei de Israel, dizendo: Logo, em chegando a ti esta carta, saibas que eu te enviei Naamã, meu servo, para que o restaures da sua lepra.

7  E sucedeu que, lendo o rei de Israel a carta, rasgou as suas vestes e disse: Sou eu Deus, para matar e para vivificar, para que este envie a mim, para eu restaurar a um homem da sua lepra? Pelo que deveras notai, peço-vos, e vede que busca ocasião contra mim.

 

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8  Sucedeu, porém, que, ouvindo Eliseu, homem de Deus, que o rei de Israel rasgara as suas vestes, mandou dizer ao rei: Por que rasgaste as tuas vestes? Deixa-o vir a mim, e saberá que há profeta em Israel.

9  Veio, pois, Naamã com os seus cavalos e com o seu carro e parou à porta da casa de Eliseu.

10  Então, Eliseu lhe mandou um mensageiro, dizendo: Vai, e lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne te tornará, e ficarás purificado.

11  Porém Naamã muito se indignou e se foi, dizendo: Eis que eu dizia comigo: Certamente ele sairá, pôr-se-á em pé, e invocará o nome do SENHOR, seu Deus, e passará a sua mão sobre o lugar, e restaurará o leproso.

12  Não são, porventura, Abana e Farpar, rios de Damasco, melhores do  que todas as águas de Israel? Não me poderia eu lavar neles e ficar purificado? E voltou-se e se foi com indignação.

13  Então, chegaram-se a ele os seus servos, e lhe falaram, e disseram: Meu pai, se o profeta te dissera alguma grande coisa, porventura, não a farias? Quanto mais, dizendo-te ele: Lava-te e ficarás purificado.

14  Então, desceu e mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua carne tornou como a carne de um menino, e ficou purificado.

15  Então, voltou ao homem de Deus, ele e toda a sua comitiva, e veio, e pôs-se diante dele, e disse: Eis que tenho conhecido que em toda a   terra não há Deus, senão em Israel; agora, pois, te peço que tomes uma bênção do teu servo.

16  Porém ele disse: Vive o SENHOR, em cuja presença estou que a não    tomarei. E instou com ele para que a tomasse, mas ele recusou.

17  E disse Naamã: Seja assim; contudo, dê-se a este teu servo uma carga   de terra de um jugo de mulas; porque nunca mais oferecerá este teu     servo holocausto nem sacrifício a outros deuses, senão ao SENHOR.   (Bíblia Sagrada) II Reis 5: 1 – 17.

E aqui nós tivemos à oportunidade de ver, que o bom nasce feito, não são, às roupas caras, nem o carro de luxo, e ainda nem mesmo o diploma importante pendurado na parede. Mas o que move à humanidade é o temor de Deus, um pouco de amor fraternal e, aquilo que nós chamamos de fé, pois sem fé é impossível agrada a Deus. — Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador (recompensador) dos que o buscam. (Bíblia Sagrada) Heb. 11: 6. E assim é como você já viu se não conseguimos agradar a Deus também não conseguiremos agradar o nosso irmão, o nosso amigo!

 

 

Sem mais atenciosamente:

 

                                           Pr. Manoel Teixeira

Associação Teológica Renascer

Site: www.asotera.com / E-mail: contato@asotera.com

         Fone: (47) 3446-0031 / Cel. 9985-7616 (TIM)



 




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